"Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna" - João 6,68. Este blog destina-se à divulgação da palavra de Deus através de mensagens, reflexões, histórias e textos que procurem animar a fé e levar à todos os povos e nações a mensagem de Jesus Cristo, através das suas "Palavras de vida eterna".
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Oração da manhã
Senhor, no silêncio deste dia que amanhece, venho pedir-te a paz , a sabedoria e a força . Quero olhar o mundo com os olhos cheios de amor , ser paciente , compreensivo , manso e prudente . Ver além das aparências teus filhos como Tu mesmo os vês , e assim ver somente o bem em cada um deles. Cerra meu ouvido a toda maldade , e só de bênçãos encha meu espírito . Que eu seja tão bondoso e alegre que todos os que chegarem até mim sintam tua presença . Reveste-me de tua beleza , Senhor , e que , no decorrer deste dia e deste ano , eu Te revele a todos .
Oração à Nossa Senhora Aparecida
Ó incomparável Senhora da Conceição Aparecida, Mãe de Deus, Rainha dos Anjos, Advogada dos pecadores, Refúgio e Consolação dos aflitos e atribulados! Ó, Virgem Santíssima, cheia de poder e bondade, lançai sobre nós um olhar favorável, para que sejamos socorridos em todas as necessidades em que nos achamos. Lembrai-vos, clementíssima Mãe Aparecida, que não consta que de todos os que tem a vós recorrido, invocado o vosso santíssimo nome e implorado a vossa singular proteção, fosse por vós algum abandonado. Animado com esta confiança, a vós recorro, tomo-vos de hoje para sempre por minha mãe, minha protetora, minha consolação e guia, minha esperança e minha luz na hora da morte. Assim pois, Senhora, livrai-me de tudo o que possa ofender-vos e a vosso santíssimo Filho, meu Redentor e meu Senhor Jesus Cristo. Virgem bendita, preservai a este vosso indigno servo, esta casa e seus habitantes da peste, da fome, da guerra, dos assaltos, raios, tempestades e outros perigos e males que possam nos flagelar. Soberana Senhora, dignai-vos dirigir-nos em todos os negócios espirituais e temporais. Livrai-nos das tentações do demônio, para que trilhando o caminho da virtude, pelos merecimentos de vossa puríssima Virgindade e do preciosíssimo sangue de vosso Filho, possamos ver-vos, amar-vos e gozar da eterna glória do reino de Deus, por todos os séculos dos séculos. Amém.
Profissão de fé.
Creio em Deus, Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra, e em Jesus Cristo, seu único filho, que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia, subiu ao céu, está sentado à direita de Deus Pai Todo-Poderoso, donde há de vir julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na comunhão dos Santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna. Amém.
Ave-Maria!
Ave Maria, cheia de graça , o Senhor é convosco , bendita sois vós entre as mulheres , bendito é o fruto do vosso ventre , Jesus. Santa Maria, mãe de Deus , rogai por nós , pecadores , agora , e na hora de nossa morte . Amém .
A oração do Pai Nosso.
Pai nosso que estais no céu , santificado seja o Vosso nome , venha a nós o Vosso reino , seja feita a Vossa vontade assim na terra como no céu . O pão nosso de cada dia nos dai hoje , perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação , mas livrai-nos do mal . Amém .
domingo, 16 de novembro de 2008
Convocação para o abaixo-assinado pela vida e contra o aborto na ONU.
Grupos pró-aborto estão promovendo um abaixo-assinado para que a ONU reconheça o aborto como um suposto direito universal, aproveitando a festa dos 60 anos da promulgação da Declaração Universal dos Diretos Humanos, no dia 10 de dezembro.
Nós, Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, entidades e movimentos em defesa da vida, estamos promovendo outro abaixo-assinado, ou seja, em favor da vida e contra o aborto. Precisamos de 50.000 assinaturas. Convocamos a todos para que divulguem esta nossa campanha a fim de neutralizar um flagrante desrespeito aos direitos humanos.
Faça sua assinatura, defenda a maternidade e a vida inocente votando a favor da dignidade do embrião, do feto e da criança no útero materno.
Para isso, acesse: http://www.c-fam.org/publications/id.101/default.asp
Repasse esta mensagem à sua família, seus amigos, enfim, a todas as pessoas . "Escolhe, pois, a vida" (Dt 30,19).
Brasília, 24 de outubro de 2008.
Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Secretário-Geral da CNBB
Dom Orlando Brandes
Arcebispo de Londrina e Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e Família
Nós, Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, entidades e movimentos em defesa da vida, estamos promovendo outro abaixo-assinado, ou seja, em favor da vida e contra o aborto. Precisamos de 50.000 assinaturas. Convocamos a todos para que divulguem esta nossa campanha a fim de neutralizar um flagrante desrespeito aos direitos humanos.
Faça sua assinatura, defenda a maternidade e a vida inocente votando a favor da dignidade do embrião, do feto e da criança no útero materno.
Para isso, acesse: http://www.c-fam.org/publications/id.101/default.asp
Repasse esta mensagem à sua família, seus amigos, enfim, a todas as pessoas . "Escolhe, pois, a vida" (Dt 30,19).
Brasília, 24 de outubro de 2008.
Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Secretário-Geral da CNBB
Dom Orlando Brandes
Arcebispo de Londrina e Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e Família
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
A serpente e a tentação.
Este post não trata do Pecado Original, por mais que o título possa parecer.
Tive a felicidade de conviver por um bom tempo com meu avô paterno, José Antônio da Rocha, mais conhecido como José Menino. Em minha adolescência e juventude, durante os dias em que passava férias na casa dele, nas cercanias da querida cidade de Campos Gerais, em Minas Gerais, passávamos horas conversando - eu mais ouvindo as suas histórias e estórias. Ele, então já doente, com dificuldade de respirar, falava manso e pausadamente, o que aumentava e prendia minha atenção.
De certa feita me contou a história de como uma Jibóia capturava um boi, e engolia-o por inteiro: a Jibóia, uma das maiores cobras do mundo, ficava em alguma touceira de mato à beira do trilho por onde o gado passava, enrolada em algum arbusto mais forte. Quando passava o último boi, ou novilho, ou bezerro, já distanciado do rebanho, a Jibóia - que não possui veneno - dava o bote, mordendo e enrolando-se na anca do boi. O boi assutava-se e tentava libertar-se da cobra, correndo e escoiceando, saltando e chifrando o ar. A Jibóia, presa ao arbusto, ia esticando-se, dando corda para o boi saltar. Dizia meu avô que chegava a ficar da espessura de um dedo - parte da história ou estória a parte... Após algum tempo o boi cansava e parava de espernear. A Jibóia então começava a contrair-se, puxando o boi para perto da moita na qual permanecia presa, enrolando-se mais no corpo do boi e apertando-o mais ainda. Já tendo tomado algum fôlego o boi recomeçava a tentativa de soltar-se, saltando, escoiceando e chifrando... "Até levantando poeira do mato", disse. Em vão. Até cansar-se novamente. A Jibóia então trazia-o e enrolava-se mais um pouco no corpo do boi, diminuindo cada vez mais a capacidade de respiração dele. Esta luta permanecia assim, então, por minutos sem fim. Até que o boi, completamente exausto, caía por terra, quase sem poder respirar. A Jibóia então soltava-se da moita à qual prendera-se e envolvia completamente o boi, começando das ancas em direção à cabeça. Envolto o boi, começava a contrair-se, e, segundo meu avô, "dava para ouvir os estalos das juntas rompendo-se e dos ossos da costela partindo-se". Finalmente, depois de prensar o boi com seu abraço mortal, a Jibóia começava a engoli-lo pelo focinho, até o boi sumir completamente pelo rabo e patas traseiras em sua enorme boca.
É claro que fiquei impressionado com a história - ou estória - e, mesmo acreditando em meu avô - que fôra boiadeiro por um bom tempo de sua vida até casar-se com minha avó, Maria Vitória - fiquei pensando porque é que alguém assistiria, paciente e impávido, à uma terrível cena dessas, nada fazendo para salvar o boi...
Meu avô terminou de contar o causo e, após a costumeira pausa, olhando fixamente para mim, concluiu:
- Assim também é que o Diabo nos engole e nos leva para o inferno. Ele se prende, à beira de nosso caminho, nossa vida, à espreita de passarmos desavisados, sozinhos, desligados da família e das coisas de Deus. Então dá o bote: a tentação para pecarmos. Pecamos, e logo em seguida vem o remorso, a tristeza, o arrependimento... Feridos, tentamos em vão lutar contra a culpa: pedimos perdão e juramos não mais pecar. E novamente vem a tentação, e novo pecado... e lá vamos nós de novo: nova luta, novo cansaço... Até que, cansados, fracos, desistimos: "Não tem jeito, Deus não me perdoará mais... Vou pro inferno"! E então, somos engolidos!
Perguntei, então:
- Mas vovô, o que podemos fazer então? Se nem o boi, com sua força, consegue livrar-se deste bote, deste terrível destino?
E ele disse:
- Nas nós temos a palavra, a orientação, a proteção e a infinita misericórdia de Deus! Se seguirmos o caminho que Ele nos indica, não cairemos na armadilha. Se formos atacados e presos pelo pecado, Ele já nos libertou pela morte de Seu único filho, e nos dará força para lutarmos durante todos os dias contra a tentação, até o último momento de nossas vidas. Esta é a diferença: só nos deixaremos levar se desistirmos, e é exatamente isso que o Diabo quer de nós: que desacreditemo-nos de Deus e de Seu perdão. O boi só é engolido porque se entrega!
Até hoje guardo comigo a emoção que estas palavras me causaram.
Tive a felicidade de conviver por um bom tempo com meu avô paterno, José Antônio da Rocha, mais conhecido como José Menino. Em minha adolescência e juventude, durante os dias em que passava férias na casa dele, nas cercanias da querida cidade de Campos Gerais, em Minas Gerais, passávamos horas conversando - eu mais ouvindo as suas histórias e estórias. Ele, então já doente, com dificuldade de respirar, falava manso e pausadamente, o que aumentava e prendia minha atenção.
De certa feita me contou a história de como uma Jibóia capturava um boi, e engolia-o por inteiro: a Jibóia, uma das maiores cobras do mundo, ficava em alguma touceira de mato à beira do trilho por onde o gado passava, enrolada em algum arbusto mais forte. Quando passava o último boi, ou novilho, ou bezerro, já distanciado do rebanho, a Jibóia - que não possui veneno - dava o bote, mordendo e enrolando-se na anca do boi. O boi assutava-se e tentava libertar-se da cobra, correndo e escoiceando, saltando e chifrando o ar. A Jibóia, presa ao arbusto, ia esticando-se, dando corda para o boi saltar. Dizia meu avô que chegava a ficar da espessura de um dedo - parte da história ou estória a parte... Após algum tempo o boi cansava e parava de espernear. A Jibóia então começava a contrair-se, puxando o boi para perto da moita na qual permanecia presa, enrolando-se mais no corpo do boi e apertando-o mais ainda. Já tendo tomado algum fôlego o boi recomeçava a tentativa de soltar-se, saltando, escoiceando e chifrando... "Até levantando poeira do mato", disse. Em vão. Até cansar-se novamente. A Jibóia então trazia-o e enrolava-se mais um pouco no corpo do boi, diminuindo cada vez mais a capacidade de respiração dele. Esta luta permanecia assim, então, por minutos sem fim. Até que o boi, completamente exausto, caía por terra, quase sem poder respirar. A Jibóia então soltava-se da moita à qual prendera-se e envolvia completamente o boi, começando das ancas em direção à cabeça. Envolto o boi, começava a contrair-se, e, segundo meu avô, "dava para ouvir os estalos das juntas rompendo-se e dos ossos da costela partindo-se". Finalmente, depois de prensar o boi com seu abraço mortal, a Jibóia começava a engoli-lo pelo focinho, até o boi sumir completamente pelo rabo e patas traseiras em sua enorme boca.
É claro que fiquei impressionado com a história - ou estória - e, mesmo acreditando em meu avô - que fôra boiadeiro por um bom tempo de sua vida até casar-se com minha avó, Maria Vitória - fiquei pensando porque é que alguém assistiria, paciente e impávido, à uma terrível cena dessas, nada fazendo para salvar o boi...
Meu avô terminou de contar o causo e, após a costumeira pausa, olhando fixamente para mim, concluiu:
- Assim também é que o Diabo nos engole e nos leva para o inferno. Ele se prende, à beira de nosso caminho, nossa vida, à espreita de passarmos desavisados, sozinhos, desligados da família e das coisas de Deus. Então dá o bote: a tentação para pecarmos. Pecamos, e logo em seguida vem o remorso, a tristeza, o arrependimento... Feridos, tentamos em vão lutar contra a culpa: pedimos perdão e juramos não mais pecar. E novamente vem a tentação, e novo pecado... e lá vamos nós de novo: nova luta, novo cansaço... Até que, cansados, fracos, desistimos: "Não tem jeito, Deus não me perdoará mais... Vou pro inferno"! E então, somos engolidos!
Perguntei, então:
- Mas vovô, o que podemos fazer então? Se nem o boi, com sua força, consegue livrar-se deste bote, deste terrível destino?
E ele disse:
- Nas nós temos a palavra, a orientação, a proteção e a infinita misericórdia de Deus! Se seguirmos o caminho que Ele nos indica, não cairemos na armadilha. Se formos atacados e presos pelo pecado, Ele já nos libertou pela morte de Seu único filho, e nos dará força para lutarmos durante todos os dias contra a tentação, até o último momento de nossas vidas. Esta é a diferença: só nos deixaremos levar se desistirmos, e é exatamente isso que o Diabo quer de nós: que desacreditemo-nos de Deus e de Seu perdão. O boi só é engolido porque se entrega!
Até hoje guardo comigo a emoção que estas palavras me causaram.
E graças ao exemplo de fé de meus avós, de meus pais, tenho a certeza que sempre poderei contar, assim como todos nós, com a orientação, a proteção e a infinita misericórdia de Deus.
Posso falhar, posso pecar, como ser imperfeito que sou...
Mas jamais serei engolido!
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