terça-feira, 10 de agosto de 2010

Vivendo de amostras-grátis

Todos nós sabemos que amostras-grátis são aquelas pequenas porções de produtos, remédios, guloseimas em geral que nos são dadas pelos fabricantes para aguçar nossa vontade, fazer-nos comprar o que é novo, experimentar, enfim.

Dificilmente alguém poderia curar-se, manter um tratamento, saciar a fome ou mesmo contentar-se com a amostra-grátis, pois a quantidade é pequena, ínfima. O intuito é somente despertar o desejo, a vontade, ou talvez provar a eficácia. E partir para o produto normal.

Pois bem. Alguns prazeres desta vida, como comer, beber, dançar, possuir bens, fazer sexo, enfim, ter momentos de felicidade, alegria ou satisfação, para mim são estas "amostras-grátis" do paraíso. São pequenas porções daquilo que Deus nos reserva por toda a eternidade em seu reino, mas que quer que conheçamos já, nesta vida. Porém não são o fim, o objetivo de nossa existência. E jamais conseguiríamos prolongar a sensação que estes nos provocam por uma vida inteira. É impressionante como as pessoas não se dão conta disto, e buscam desenfreadamente satisfazer seus sentidos, suas ambições, suas vaidades e até mesmo sua loucura com essas "amostras-grátis". Como se pudessem viver exclusivamente delas. E esquecem do principal, da busca pelo Reino de Deus, a suprema fonte de prazeres não só desta vida mas da mais importante, da vida eterna. E assim, iludidos em conseguir o máximo deste mínimo, seguem sofrendo, fazendo sofrer ou ambos, vivendo de amostras-grátis!

E você? Tem preferido as amostras-grátis ao invés do principal?

Invocação do Divino Espírito Santo

T - Vinde, Espírito Santo, enchei os corações de vossos fiéis e acendei neles o fogo de vosso amor.
V - Enviai o Vosso Espírito e tudo será criado.
R - E renovareis a face da terra.
V - Oremos.
T - Ó Deus que ensinastes os corações dos vossos fiéis com as luzes do Espirito Santo, fazei que por este mesmo Espirito saibamos praticar o bem e gozemos sempre de sua consolação. Por Nosso Senhor Jesus Cristo.
T - Amém.

sábado, 24 de abril de 2010

Salmo 22 - Música

Esta é uma das minhas músicas preferidas:
 
Pelos prados e campinas
Verdejantes eu vou
É o Senhor que me leva
A descansar
Junto às fontes de águas puras
E repousantes eu vou
Minhas forças
O Senhor vai animar
 
Tu és, Senhor,
O meu pastor
Por isso nada
Em minha vida faltará
Tu és, Senhor,
O meu pastor
Por isso nada
Em minha vida faltará! Nada Faltará.
 
Nos caminhos mais seguros
Junto d'Ele eu vou
E p'ra sempre
O Seu nome eu honrarei
Se eu encontro mil abismos
Nos caminhos eu vou
Segurança sempre tenho
Em Suas mãos
 
Ao banquente em Sua casa
Muito alegre eu vou
Um lugar em Sua mesa
Me preparou
Ele unge minha fronte
E me faz ser feliz
E transborda a minha taça
Em Seu amor
 
Com alegria e esperança
Caminhando eu vou
Minha vida está sempre
Em Suas mãos
E na casa do Senhor
Eu irei habitar
E este canto para sempre
Irei cantar

quarta-feira, 7 de abril de 2010

O desprezo aos simbolos cristãos.

Há tempos venho acompanhando o movimento e a pendenga que trava-se em todos os meios contra a ostentação de simbolos cristãos - notadamente o crucifixo -em órgãos e espaços públicos, principalmente em repartições do poder legislativo e do judiciário.
 
No início fiquei chateado, com raiva mesmo, por quererem tirar os crucifixos das paredes de assembléias, câmaras, tribunais. Depois, das escolas, hospitais, enfim, de todo lugar. Indignava-me que, em um mundo totalmente tomado por simbolos de coisas ruins e nocivas como caveiras, demônios, armas, palavrões, nudez, alguém pudesse ser incomodado pela imagem daquele que, pendendo de uma cruz, deu ao mundo a chance de ser melhor, e a esperança de uma vida eterna.
 
Mas hoje penso diferente. Vendo tudo o que praticam, seguem e ensinam nestes espaços, é melhor mesmo que não tenham em suas paredes a imagem do Cristo Crucificado. Por dois motivos bem simples: 1 - Não pode haver mesmo a presença de Deus nesses locais, que tornaram-se verdadeiros altares do mal, onde pratica-se todo tipo de maldade, humilha-se a virtude e exacerba-se o vício. 2 - Para que manter o Cristo ali crucificado, se com os atos praticados no dia-a-dia, com as intenções e com as palavras, continua-se crucificando-o na pessoa do próximo, do irmão, à cada segundo? É desnecessária a sua imagem diante da representação real de sua condenação e sofrimento constante.
 
Não pensem que com isso mudei de idéia e estou conformado. Não. Estou muito inconformado. O mundo distancia-se cada dia mais daquele que, somente ele, pode salvá-lo. E nossa missão de Cristão é denunciar isto, alertar, protestar e usar das palavras de Cristo para reconduzir ao caminho todos aqueles que deles desviaram-se, inclusive nós mesmos.
 
Sofro muito com a idéia de um mundo sem Cristo, primeiramente, e contra Cristo, logo depois. Mas alegro-me com a esperança de que, como na história dos primeiros cristãos, seja justamente nos momento de perseguição que a Igreja de Cristo cresça e mostre toda sua grandeza, incorporando às suas multidões de santos todos aqueles que demonstrarem a firmeza de sua fé e aqueles que forem convertidos.
 
Venha a nós o vosso reino!

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Adote um padre neste Ano Sacerdotal!

ADOTE UM PADRE
 
     A vida dos sacerdotes sempre foi exigente. E nem poderia ser diferente, já que são chamados a continuar a missão de Cristo, o Bom Pastor. Em nossos tempos, porém, os desafios se multiplicam e exigem respostas sábias, decisões imediatas e constantes posicionamentos sobre os mais diversos temas. Portanto, quanto mais santo e sábio for o presbítero, mais e melhor servirá a Igreja. Além disso, como a vocação sacerdotal é um dom de Deus não só para aquele que é seu primeiro destinatário, mas para a Igreja inteira, um bem para sua vida e missão, toda a Igreja é chamada a proteger esse dom, a estimá-lo e a amá-lo. Dito isso com palavras do saudoso Papa João Paulo II: "Todos os membros da Igreja, sem exceção, têm a graça e a responsabilidade do cuidado pelas vocações" (PDV, 41). Essa responsabilidade sempre foi cultivada na Igreja. Prova disso é, entre outras coisas, o apelo constante para que todos rezem não só pelo aumento das vocações, mas também para a santificação daqueles que já são padres. Sempre houve na Igreja grupos, comunidades e associações com o propósito principal de rezar pelos sacerdotes.
 
     É nessa linha que se entende a sugestão que agora apresento: ADOTE UM PADRE! Dentre os sacerdotes que você conhece ou que atuam na Igreja, escolha um deles, e passe a rezar diariamente por sua santificação. Ofereça sacrifícios para que ele exerça bem seu ministério. De preferência, nunca lhe fale sobre isso, nem faça comentários a esse respeito com outras pessoas. Os detalhes dessa "adoção" sejam conhecidos somente por você e pelo Bom Pastor. Guarde esse segredo cuidadosamente em seu coração, mas seja fiel a ele, dia por dia. Fazendo isso, você estará respondendo a um apelo da Igreja, que constantemente nos recorda: "Todo o Povo de Deus deve incansavelmente rezar e trabalhar pelas vocações sacerdotais" (PDV, 82). Sua resposta ao apelo de adotar um padre determinado terá uma particularidade: você não estará rezando somente pelo clero em geral, mas por um padre com um nome e um rosto, o que, certamente, motivará ainda mais suas orações, jejuns e sacrifícios. E, tenha certeza: COM A SANTIFICAÇÃO DE SEU "ADOTADO", TODO O CLERO SE SANTIFICARÁ. DEUS, ENTÃO, SERÁ MAIS GLORIFICADO. E O POVO DE DEUS, MAIS E MAIS SE ENRIQUEÇERÁ.
 
Dom Murilo S.R. Krieger, scj (Arcebispo de Florianópolis)

 

sábado, 17 de janeiro de 2009

Este é um depoimento que todo cristão verdadeiro deveria ler...

CONCEBIDA EM ESTUPRO CONTA SUA HISTÓRIA.
Rebecca Kiessling
Eu fui adotada assim que nasci. Aos 18 anos soube que fui concebida a partir de um estupro brutal sob ameaça de faca por um estuprador serial. Assim como a maior parte das pessoas, eu nunca pensei que o assunto do aborto estivesse relacionado à minha vida, mas assim que recebi essa notícia percebi que esse assunto não só está relacionado à minha vida, mas está ligado à minha própria existência. Era como se eu pudesse ouvir os ecos de todas as pessoas que, da forma mais simpática possível, dizem: "Bem, exceto nos caso de estupro..." ou que dizem com veemência e repulsa: "Especialmente nos casos de estupro!!!" Existem muitas pessoas assim por aí. Elas nem sequer me conhecem, mas julgam a minha vida e depressa a descartam só pela forma como fui concebida. Eu senti como se a partir daquele momento tivesse que justificar minha própria existência, tivesse que provar ao mundo que não deveria ter sido abortada e que eu era digna de viver. Lembro-me também de me sentir como lixo por causa das pessoas que diziam que minha vida era um lixo, que eu era descartável.

Por favor, entenda que quando você se declara "a favor do direito de decidir" ou quando abre a exceção para o estupro, o que isso realmente significa é que você pode olhar nos meus olhos e me dizer "eu acho que sua mãe deveria ter tido a opção de abortar você". Essa é uma afirmação muito forte. Eu jamais diria a alguém: "Se eu tivesse tido a chance, você estaria morta agora". Mas essa é a realidade com a qual eu vivo. Desafio qualquer um a dizer que não é. Não é como se as pessoas dissessem: "Bom, eu sou a favor de leis que dão o direito livre de abortar, menos naquela pequena fresta de oportunidade em 1968/69, para que você, Rebecca, pudesse ter nascido". Não. Essa é a realidade mais cruel desse tipo de opinião e eu posso afirmar que isso machuca e que é uma maldade. Mas sei que muita gente não quer se comprometer nesse assunto. Para eles, é apenas um conceito, um comentário estereotipado que eles varrem para debaixo do tapete e esquecem. Eu realmente espero que, como uma mulher que foi concebida a partir de um estupro, eu possa ajudar a dar um rosto e uma voz a essa questão.

Diversas vezes me deparei com pessoas que me confrontaram e tentaram se desvencilhar dizendo coisas do tipo: "Bem, você teve sorte!". Pode ter certeza de que minha sobrevivência não tem nada a ver com sorte. O fato de eu estar viva hoje tem a ver com as escolhas feitas pela nossa sociedade: pessoas que lutaram para que o aborto fosse ilegal em Michigan naquela época — mesmo em casos de estupro —, pessoas que lutaram para proteger a minha vida e pessoas que votaram a favor da vida. Eu não tive sorte. Fui protegida. E vocês realmente acham que nossos irmãos e irmãs que estão sendo abortados todos os dias simplesmente são "azarados"?

Apesar de minha mãe biológica ter ficado feliz em me conhecer, ela me contou que foi a duas clínicas de aborto clandestinas e que eu quase fui abortada. Depois do estupro, a polícia indicou um conselheiro que simplesmente disse a ela que a melhor opção era abortar. Minha mãe biológica disse que naquela época não havia centros de apoio a grávidas em risco, mas me garantiu que, se houvesse, ela teria ido até lá pelo menos para receber um pouco mais de orientação. O conselheiro foi quem estabeleceu o contato entre ela e os aborteiros clandestinos. Ela disse que a clínica tinha a típica aparência de fundo de quintal, como a gente escuta por aí, e lá "ela poderia ter me abortado de forma segura e legal": sangue e sujeira na mesa e por todo o chão. Essas condições precárias e o fato de ser ilegal levaram-na a recuar, como acontece com a maioria das mulheres.

Depois, ela entrou em contato com um aborteiro que cobrava mais. Dessa vez, ela se encontraria com alguém à noite no Instituto de Arte de Detroit. Alguém iria se aproximar dela, dizer seu nome, vendá-la, colocá-la no banco de trás de um carro, levá-la e então me abortar... Depois iria vendá-la novamente e levá-la de volta. E sabe o que eu acho mais lamentável? É que eu sei que existe um monte de gente por aí que me ouviria contar esses detalhes e que responderia com uma balançada de cabeça em desaprovação: "Seria terrível se sua mãe biológica tivesse tido que passar por tudo isso para conseguir abortar você!". Isso é compaixão?!!! Eu entendo que eles pensem que estão sendo compassivos, mas para mim parece muita frieza de coração, não acha? É sobre a minha vida que eles estão falando de forma tão indiferente e não há nada de compaixão nesse tipo de opinião. Minha mãe biológica está bem, a vida dela continuou e ela está se saindo muito bem, mas eu teria morrido e minha vida estaria acabada. A minha aparência não é a mesma de quando eu tinha quatro anos de idade ou quatro dias de vida, ainda no útero da minha mãe, mas ainda assim era inegavelmente eu e eu teria sido morta em um aborto brutal.

De acordo com a pesquisa do Dr. David Reardon, diretor do Instituto Elliot, co-editor do livro Vítimas e vitimados: falando sobre gravidez, aborto e crianças frutos de agressões sexuais, e autor do artigo "Estupro, incesto e aborto: olhando além dos mitos", a maioria das mulheres que engravidam após uma agressão sexual não quer abortar e de fato fica em pior estado depois de um aborto. (http://www.afterabortion.org.) Sendo assim, a opinião da maioria das pessoas sobre aborto em casos de estupro é fundamentada em falsas premissas: 1) a vítima de estupro quer abortar; 2) ela vai se sentir melhor depois do aborto; e 3) a vida daquela criança não vale o trabalho que dá para suportar uma gravidez.. Eu espero que a minha história e as outras postadas nesse site ajudem a acabar com este último mito.

Eu queria poder dizer que minha mãe biológica não queria me abortar, mas de fato ela foi convencida a não fazê-lo. Contudo, o aspecto nojento e o palavreado sujo desse segundo aborteiro clandestino, além do temor de sua própria segurança, levaram-na a recuar. Quando ela lhe contou por telefone que não estava interessada nesse acordo arriscado, esse homem a insultou e a xingou. Para sua surpresa, ele ligou novamente no dia seguinte para tentar convencê-la a me abortar, e mais uma vez ela não quis prosseguir com o plano e ouviu mais uma série de insultos. Depois disso, ela simplesmente não podia mais prosseguir com essa idéia. Minha mãe biológica já estava entrando no segundo trimestre da gestação, quando seria muito mais perigoso e muito mais caro me abortar.

Sou muito grata por minha vida ter sido poupada, mas muitos cristãos bem intencionados me diziam coisas como "olha, Deus realmente quis que você nascesse!" e outros podem dizer "era mesmo pra você estar aqui". Mas eu sei que Deus quer que toda criança tenha a mesma oportunidade de nascer e não posso me conformar e simplesmente dizer "bem, pelo menos a minha vida foi poupada". Ou "eu mereci, veja o que eu fiz com a minha vida". E os outros milhões de crianças não mereciam? Eu não consigo fazer isso. Você consegue? Você consegue simplesmente ficar aí e dizer "pelo menos minha mãe me quis... pelo menos estou vivo..." ou simplesmente "sei lá"? Esse é realmente o tipo de pessoa que você quer ser? De coração frio? Uma aparência de compaixão por fora e coração de pedra e vazio por dentro? Você diz que se importa com os direitos das mulheres, mas não está nem aí pra mim porque eu sou um lembrete de algo que você prefere não encarar e que você detesta que outros se importem? Eu não me encaixo na sua agenda?

Na faculdade de direito eu tinha colegas que me diziam coisas como "se você tivesse sido abortada, não estaria aqui hoje e de qualquer forma não saberia a diferença, então por que se importa?". Acredite ou não, alguns dos principais filósofos pró-aborto usam esse mesmo tipo de argumento: "O feto não sabe o que o atingiu, então não percebe que perdeu a vida". Sendo assim, acho que se você esfaquear alguém pelas costas enquanto ele estiver dormindo, não haverá problema algum, porque ele não saberá o que o atingiu?! Eu explicava aos meus colegas como a mesma lógica deles justificaria que eu "matasse você hoje, porque você não estaria aqui amanhã e não saberia a diferença de qualquer forma.. Então, por que se importar?". E eles ficavam com o queixo caído. É incrível o que um pouco de lógica pode fazer, quando você pára para pensar — que é o que devemos fazer numa faculdade de direito — e considera o que nós realmente estamos falando: há vidas que não estão aqui hoje porque foram abortadas. É como o velho ditado: "Se uma árvore cai na floresta e não há ninguém por perto para ouvir, será que faz barulho?". Olha, faz sim! E se um bebê é abortado e ninguém fica sabendo, tem importância? A resposta é SIM! A vida dele importa. A minha vida importa. A sua vida importa e não deixe ninguém te dizer o contrário!

O mundo é um lugar diferente porque naquela época (antes de 1973 nos EUA) era ilegal a minha mãe me abortar. A sua vida é diferente porque ela não pôde me abortar legalmente e porque você está sentado aqui lendo as minhas palavras hoje! Mas você não tem que atrair platéias pra que a sua vida tenha importância. Há coisas que fazem falta a todos nós aqui hoje por causa das gerações que foram abortadas e isso importa.

Umas das melhores coisas que eu aprendi é que o estuprador NÃO é meu criador, como algumas pessoas queriam que eu acreditasse. Meu valor e identidade não são determinados por eu ser o "resultado de um estupro", mas por ser uma filha de Deus. O Salmo 68, 5-6 declara: "Pai dos órfãos... no seu templo santo Deus habita. Dá o Senhor um lar ao sem-família". E o Salmo 27, 10 nos diz: "Mesmo se pai e mãe me abandonassem, o Senhor me acolheria". Eu sei que não há nenhum estigma em ser adotado. O Novo Testamento nos diz que é no espírito de adoção que nós somos chamados a ser filhos de Deus por Jesus Cristo nosso Senhor. Sendo assim, Ele deve ter pensado na adoção como símbolo do amor dEle por nós!

E o mais importante é que eu aprendi, poderei ensinar aos meus filhos e ensino aos outros que o seu valor não é medido pelas circunstâncias da sua concepção, seus pais, seus irmãos, seu parceiro, sua casa, suas roupas, sua aparência, seu QI, suas notas, seus índices, seu dinheiro, sua profissão, seus sucessos e fracassos ou pelas suas habilidades ou dificuldades. Essas são as mentiras que são perpetuadas na sociedade. De fato, muitos palestrantes motivacionais falam para suas platéias que se elas fizerem algo importante e atingirem certos padrões sociais, então elas também poderão "ser alguém". Mas o fato é que ninguém conseguiria atingir todos esses padrões ridículos e muitas pessoas falhariam. Isso significa que elas não são "alguém" ou que elas são "ninguém"? A verdade é que você não tem que provar o seu valor a ninguém e se você quiser realmente saber qual é o seu valor, tudo o que precisa fazer é olhar para a Cruz, pois este é o preço que foi pago pela sua vida! Esse é o valor infinito que Deus colocou na sua vida! Para Ele você vale muito e para mim também. Que tal se juntar a mim para também proclamar o valor dos outros com palavras e ações?

Para aqueles que dizem "bem, eu não acredito em Deus e não acredito na Bíblia, então sou a favor da livre escolha de abortar ou não", por favor, leia meu artigo "O direito da criança de não ser injustamente morta – uma abordagem da filosofia do direito". Eu garanto que valerá o seu tempo.

Fonte: www.rebeccakiessling.com
Divulgação: www.juliosevero.com
 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Consagração à Nossa Senhora Aparecida.

Ó Maria Santíssima, que em vossa querida imagem de Aparecida, espalhais inúmeros benefícios sobre todo o Brasil, eu, embora indigno de pertencer ao número de vossos servos, mas cheio do desejo de participar dos benefícios de vossa misericórdia, prostado a vossos pés, consagro-vos o meu entendimento, para que sempre pense no amor que mereceis; consagro-vos a minha língua, para que sempre vos louve e propague a vossa devoção; consagro-vos o meu coração, para que, depois de Deus, vos ame sobre todas as coisas.
 
Recebei-me, ó Rainha incomparável, no ditoso número dos vossos filhos; acolhei-me debaixo da vossa proteção; socorrei-me em todas as minhas necessidades espirituais e temporais, e sobretudo na hora de minha morte.
 
Abençoai-me, ó Mãe celestial, e com vossa poderosa intercessão, fortalecei-me em minha fraqueza, a fim de que, servindo-vos fielmente nesta vida, possa louvar-vos, amar-vos e dar-vos graças no céu, por toda a eternidade. Assim seja.