Abençoai, Senhor, a todos nós que estamos ao redor dessa mesa, a estes alimentos e à todos aqueles que trabalharam para produzir esta refeição. Fazei que possamos todos participar do banquete eterno em Seu reino, e que jamais nos faltem a saúde, o sustento e a paz que somente Vós podeis nos oferecer. Amém!
"Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna" - João 6,68. Este blog destina-se à divulgação da palavra de Deus através de mensagens, reflexões, histórias e textos que procurem animar a fé e levar à todos os povos e nações a mensagem de Jesus Cristo, através das suas "Palavras de vida eterna".
domingo, 17 de novembro de 2013
domingo, 3 de novembro de 2013
Dia de finados - 02/11/2013
Ontem foi dia de Finados, um dia especial para nós que cremos na vida eterna.
Ao passar pelo cemitério, relembrando familiares - no meu caso, em especial minha mãe Maria José Vilela de Paulo, falecida em 1983 - amigos e companheiros desta viagem terrena, é forçoso lembrar que nossa vida aqui na terra não é eterna, e que há um fim para essa jornada.
Pessoas tristes, chorosas - talvez com profunda saudade pelas alegrias vividas, ou remorso, pelos momentos não vividos - misturam-se à pessoas indiferentes, algumas preocupadas em apenas enfeitar os túmulos, limpá-los - talvez na única vez que o façam no ano todo... Um misto de curiosidade, compaixão, dúvida... Será que estão ali mesmo os que nos deixaram? Será que partiram para a glória eterna, para o castigo eterno, ou estão ainda sendo purificados?
Cemitérios - assim como a morte - sempre me causaram um sentimento confuso. Ao mesmo tempo em que sua ideia ou pensamento trazem uma enorme sensação de paz, de alívio mesmo, acrescentam a nostalgia, a saudade, a curiosidade por tantas vidas extintas e que deixaram - talvez apenas ali, na lápide - a marca de sua breve existência terrena.
E nesses momentos busco reforçar a minha fé, procurando nas palavras de Jesus Cristo o conforto e a esperança que nos permite trilhar nosso breve caminho por esse vale de lágrimas. É uma pequena provação frente à tudo o que nos é oferecido para a Eternidade, onde, na presença de Deus e satisfeito em tudo por Sua graça, nada mais nos atormentará.
Aí, sim, aquela breve sensação de Paz - inquietante e trêmula - que se nos mostra nesses momentos, será eternizada e completa.
Ao passar pelo cemitério, relembrando familiares - no meu caso, em especial minha mãe Maria José Vilela de Paulo, falecida em 1983 - amigos e companheiros desta viagem terrena, é forçoso lembrar que nossa vida aqui na terra não é eterna, e que há um fim para essa jornada.
Pessoas tristes, chorosas - talvez com profunda saudade pelas alegrias vividas, ou remorso, pelos momentos não vividos - misturam-se à pessoas indiferentes, algumas preocupadas em apenas enfeitar os túmulos, limpá-los - talvez na única vez que o façam no ano todo... Um misto de curiosidade, compaixão, dúvida... Será que estão ali mesmo os que nos deixaram? Será que partiram para a glória eterna, para o castigo eterno, ou estão ainda sendo purificados?
Cemitérios - assim como a morte - sempre me causaram um sentimento confuso. Ao mesmo tempo em que sua ideia ou pensamento trazem uma enorme sensação de paz, de alívio mesmo, acrescentam a nostalgia, a saudade, a curiosidade por tantas vidas extintas e que deixaram - talvez apenas ali, na lápide - a marca de sua breve existência terrena.
E nesses momentos busco reforçar a minha fé, procurando nas palavras de Jesus Cristo o conforto e a esperança que nos permite trilhar nosso breve caminho por esse vale de lágrimas. É uma pequena provação frente à tudo o que nos é oferecido para a Eternidade, onde, na presença de Deus e satisfeito em tudo por Sua graça, nada mais nos atormentará.
Aí, sim, aquela breve sensação de Paz - inquietante e trêmula - que se nos mostra nesses momentos, será eternizada e completa.
sábado, 5 de outubro de 2013
O profeta
Aprendi essa música nos idos de 1985, quando da visita do novo Bispo - Dom Tarcísio - à nossa comunidade, na igreja da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, em Varginha-MG. O Padre Carlos ensaiou o Grupo de Jovens de Fátima para recepcionar o Bispo cantando-a, e desde então adoro ouví-la. Hoje acordei com a letra em minha cabeça, e fiquei cantarolando até resolver buscar a letra correta na Internet e publicá-la aqui.
Antes que eu te formasse dentro do seio de tua mãe
Antes que tu nascesses te conhecia e te consagrei.
Para ser meu profeta entre as nações eu te escolhi,
Irás onde enviar-te e o que eu mando proclamarás.
Tenho que gritar, tenho que arriscar,
Ai de mim se não o faço!
Como escapar de ti? Como calar?
Se tua voz arde em meu peito!
Tenho que andar, tenho que lutar,
Ai de mim se não o faço!
Como escapar de ti, como calar,
Se tua voz arde em meu peito?
Não tema arriscar-te porque contigo Eu estarei,
Não tema anunciar-me, em tua boca eu falarei!
Entrego-te meu povo, vai arrancar e derrubar,
Para edificares, destruíras e plantarás.
Deixa os teus irmãos, deixa teu pai e tua mãe!
Deixa a tua casa, porque a terra gritando está.
Nada tragas contigo pois ao teu lado Eu estarei.
É hora de lutar, porque meu povo sofrendo está.
Além das muitas lembranças, das passagens bíblicas de profetas como Jeremias e Isaías, faz-me pensar em minha missão nessa terra... Será um sinal de Deus?
Antes que eu te formasse dentro do seio de tua mãe
Antes que tu nascesses te conhecia e te consagrei.
Para ser meu profeta entre as nações eu te escolhi,
Irás onde enviar-te e o que eu mando proclamarás.
Tenho que gritar, tenho que arriscar,
Ai de mim se não o faço!
Como escapar de ti? Como calar?
Se tua voz arde em meu peito!
Tenho que andar, tenho que lutar,
Ai de mim se não o faço!
Como escapar de ti, como calar,
Se tua voz arde em meu peito?
Não tema arriscar-te porque contigo Eu estarei,
Não tema anunciar-me, em tua boca eu falarei!
Entrego-te meu povo, vai arrancar e derrubar,
Para edificares, destruíras e plantarás.
Deixa os teus irmãos, deixa teu pai e tua mãe!
Deixa a tua casa, porque a terra gritando está.
Nada tragas contigo pois ao teu lado Eu estarei.
É hora de lutar, porque meu povo sofrendo está.
Além das muitas lembranças, das passagens bíblicas de profetas como Jeremias e Isaías, faz-me pensar em minha missão nessa terra... Será um sinal de Deus?
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Nunca sacrifique as suas convicções!
Aprenda a sacrificar suas preferências e os seus privilégios, mas nunca sacrifique as suas convicções.
Os privilégios e as preferências são coisas supérfluas, com as quais você vive e sem as quais também. Elas são coisas que vêem de fora para você. Não são essenciais à sua vida.
Já as convicções, estas nascem de dentro para fora, são partes do seu "EU", são substâncias da sua personalidade.
Respeite-as e viva de tal modo que os outros se creiam obrigados a respeitar-lhe e às convicções que tem.
Extraído de "Comece o dia feliz", de J. S. Nobre - Edições Paulinas, São Paulo-SP, 1990.
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Não se desgarre de suas origens!
Não se desgarre de suas origens. Não se envergonhe da pobreza dos seus antepassados.
Os homens que construíram a história, em quase absoluta maioria, vieram das camadas mais humildes e não tiveram pejo da sua humildade. Ao contrário, fizeram dela degraus para sua ascensão na vida.
Citá-los seria um nunca acabar.
Caíram, sim, os orgulhosos, que não souberam olhar para baixo, com vergonha de serem menores, esquecidos de que as raízes de uma árvore se enterram para que ela apareça e suba.
Extraído de "Comece o dia feliz", de J. S. Nobre - Edições Paulinas, São Paulo-SP, 1990.
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Você é imagem e semelhança do seu Criador.
Nunca se esqueça de que você, como ser humano, é um capítulo especial na obra da criação. É um pensamento do amor Divino.
Você é imagem e semelhança do seu Criador.
Se isso constitui-se um privilégio, há que ser, necessariamente e por via de consequência, uma tremenda responsabilidade.
Procure conservar e mostrar essa imagem na qual Deus quer se refletir dentro de você.
Lembre-se de que o que mais o faz semelhante a Deus é a bondade que você sempre terá em seu coração!
Extraído de "Comece o dia feliz", de J. S. Nobre - Edições Paulinas, São Paulo-SP, 1990.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
A verdadeira MÃE.
Sempre que encontrar uma casa em que todos riem felizes e se confraternizam no amor, tenha absoluta certeza de que ali está morando uma mulher esquecida de si mesma, dedicada ao cultivo do amor que colhe a paz, a harmonia e a felicidade.
Essa mulher, que se esquece dela para não esquecer os que dela dependem; Essa mulher que só se alimenta quando todos estão bem alimentados; Essa mulher que não dorme enquanto alguém está acordado, só pode ser uma verdadeira MÃE!
Extraído de "Comece o dia feliz", de J. S. Nobre - Edições Paulinas, São Paulo-SP, 1990.
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